Descubra como um aluno saiu do absoluto zero e fez R$ 12.534,80 como afiliado internacional usando Google Ads, sem aparecer, sem criar conteúdo e sem falar inglês. Veja o que ele fez, quais erros cometeu no começo, como organizou rotina com trabalho tradicional e quais decisões aceleraram os resultados.
O modelo tradicional exige muito tempo, muito desgaste e geralmente te dá um teto claro. Já o modelo de afiliado internacional no Google, quando você entende o jogo, vira um trabalho mais inteligente: você cria a estrutura, coloca os anúncios para rodar e o sistema trabalha 24 horas por dia.
E é justamente por isso que eu faço questão de entrevistar alunos que saíram do zero e chegaram no primeiro resultado sólido, porque isso tira o marketing do “achismo” e coloca no mundo real.
Hoje eu vou compartilhar a história do Sérgio Lima, um aluno que começou do absoluto zero e chegou a R$ 12.534,80 trabalhando como afiliado na gringa, vendendo em dólar, sem aparecer, sem criar conteúdo e conciliando com um trabalho tradicional puxado em São Paulo.
A ideia desse conteúdo é simples: você entender o que ele fez, como ele fez, o que travou no começo, o que destravou depois, e qual mentalidade fez ele permanecer até o resultado acontecer.
Quem é o Sérgio e por que a história dele importa
O Sérgio é de São Paulo, mora na zona norte e trabalha com tecnologia. Ele atua como líder de operações em projetos (consultoria), implementando sistemas corporativos. Antes disso, ele veio da contabilidade (formação principal), estudou gestão de projetos e sempre esteve no mundo corporativo.
Ou seja: ele não é “moleque do marketing”, não é “influencer”, não é alguém que vive de hype. É alguém do mundo real, com rotina real, responsabilidades reais e um trabalho que consome energia.
E por que isso importa? Porque a maioria das pessoas que me acompanha está exatamente nesse cenário: trabalha muito, sente que está vivendo num ritmo pesado, mas quer construir algo paralelo que gere liberdade e renda em dólar.
Como ele conheceu o mercado (e por que ele quase não começou)
O Sérgio conheceu esse mercado por um caminho comum: a esposa dele entrou primeiro. Ela começou a estudar, ficou consumindo conteúdo, mas travou na hora de aplicar. Acontece muito: a pessoa aprende, entende, mas não tem coragem de colocar dinheiro, rodar campanha, errar e ajustar. E aí o Sérgio pegou o curso para estudar por conta própria.
Ele entrou, fez perguntas, tomou aquele “puxão de orelha” inicial que muita gente precisa ouvir (porque quase sempre o problema não é o método, é a execução torta) e decidiu fazer o que muda o jogo: voltar duas casas e estudar do jeito certo antes de tentar atalhar. Ele estudou com seriedade e, pouco tempo depois, subiu a primeira campanha.
Esse detalhe parece pequeno, mas define o futuro de qualquer afiliado: tem gente que prefere insistir errado por ego. E tem gente que aceita aprender, ajustar e seguir o processo.
Rotina: como ele conciliou trabalho tradicional + afiliado na gringa
Aqui entra uma parte que o iniciante precisa ouvir sem romantizar: a fase da transição é a fase mais difícil. O Sérgio fazia o “trabalho depois do trabalho”. Em São Paulo, ele chegava em casa por volta das 20h (trânsito pesado), ficava com a família e começava a estudar e aplicar por volta das 22h30, indo até 2h da manhã. No dia seguinte, 8h já estava de pé para trabalhar de novo.
Isso é o que quase ninguém quer fazer. Muita gente quer “mudança de vida”, mas não quer pagar o preço da transição. E não dá para ter duas coisas ao mesmo tempo: ou você mantém tudo igual e espera resultado diferente, ou você muda a rotina por um tempo para construir algo novo.
O que fez ele acreditar que dava certo
O Sérgio falou algo que define o clique mental: ele começou desconfiado, porque parecia “bom demais” vender no Google para fora, ganhar em dólar, sem falar inglês e sem aparecer. O que virou a chave nele não foi promessa, foi ver pessoas comuns fazendo. Ele viu alunos faturando, viu o processo, viu as dificuldades acontecerem até com quem já domina, e entendeu o principal: não é magia, é trabalho e método.
E isso é importante porque muita gente desiste no primeiro obstáculo achando que “é só comigo”. Quando você entende que dificuldade faz parte do caminho, você para de dramatizar e começa a operar como alguém que está construindo uma habilidade.
O primeiro resultado: 5 mil na formação e o começo do caminho
Na turma ao vivo (formação), ele não bateu 10 mil de primeira. Bateu 5 mil. E isso já é a diferença entre quem vai dar certo e quem não vai: o cara que faz 5 mil e entende que está no caminho só precisa continuar, ajustar e repetir o processo com mais maturidade.
A maioria faz zero, fica frustrada e conclui que “não funciona”. O cara que está construindo um negócio olha diferente: ele entende que o primeiro resultado é o sinal de que existe um caminho, e agora é constância e melhoria.
O que destravou de verdade: decisão e comprometimento
Teve um ponto que foi decisivo: ele ouviu numa negociação do trabalho que tinha batido um teto. Esse tipo de conversa assusta porque te obriga a encarar a realidade: por mais competente que você seja, você pode estar preso em um limite que não tem nada a ver com esforço, e sim com estrutura do mercado.
Quando essa ficha cai, duas coisas acontecem: ou você aceita o teto e segue no mesmo jogo, ou você cria um plano paralelo. E foi aí que ele decidiu: “o negócio novo é isso aqui”. Não por modinha, mas por lógica. Ele não queria envelhecer dependendo de governo, aposentadoria e promessas que ninguém controla.
O salto para R$ 12.534,80: consistência + ambiente certo
Depois da formação, ele foi evoluindo com constância. Entrou em ambientes mais fortes, conectou com outros afiliados, pediu ajuda, aprendeu com quem já estava fazendo e manteve o foco. Ele mesmo menciona algo que é ouro: a maioria das pessoas erra porque muda de estratégia no meio do caminho. Quando começa a ver gente falando de outras oportunidades, quer misturar tudo e vira bagunça. Ele escolheu uma coisa e permaneceu.
O resultado foi que ele bateu os 10 mil em janeiro e continuou fazendo vendas até chegar em R$ 12.534,80. E tem uma frase que eu gosto porque mostra que o cara entendeu o jogo: ele está “esperando o sininho tocar” (as vendas pipocando) enquanto trabalha. Isso é o que o afiliado quer: um sistema que trabalha mesmo quando você não está olhando.
Por que afiliado na gringa é um “trabalho inteligente”
Aqui eu vou reforçar o que eu falei na entrevista porque é a parte mais ignorada por quem está no tradicional: o modelo de internet te dá flexibilidade de tempo e potencial de escala. Não é sobre “ficar rico fácil”. É sobre construir algo que, uma vez estruturado, não depende da sua presença física para existir.
No trabalho tradicional, você troca horas por dinheiro. Se você parar, você para de ganhar. No afiliado, você configura e monitora. O sistema roda 24 horas. Você trabalha, mas trabalha de um jeito mais inteligente.
Conselhos diretos do Sérgio para quem quer começar do zero
O principal conselho dele é simples e extremamente prático: segue um método, segue uma pessoa e não desvia. A internet tem 200 oportunidades, e isso é uma armadilha. Se você olha para tudo, você não executa nada. A chance de você dar certo aumenta quando você escolhe um caminho e fica nele tempo suficiente para virar bom.
E outro ponto que ele deixa claro, mesmo sem falar com essas palavras: não adianta só estudar. Tem que aplicar. O mercado recompensa execução consistente, não consumo de conteúdo.
O que você pode copiar dessa história (sem depender de motivação)
Se você quer tirar valor real desse conteúdo, copia três coisas: trate como projeto (não como curiosidade), tenha rotina de execução (mesmo que seja 1–2 horas por dia) e construa ambiente (grupo, mentor, gente que está fazendo). O resto é detalhe.
A entrevista do Sérgio não é sobre “ganhar 12 mil”. É sobre o que vem antes disso: decisão, foco e constância. É isso que transforma o iniciante em alguém que tem resultado previsível.

Se você quer ver essa história inteira, com todos os detalhes e a conversa completa, assista o vídeo no YouTube: Google na Gringa – Ele Saiu do ZERO e Fez mais de R$12.534,80 como Afiliado na gringa
Multiplica ✖️
Caio Calderaro